Fundada em 1956 por Edmundo e Egon Doubrawa e Amandus Colin, a empresa hoje exporta para mais de 35 países a partir de Joinville.

Em 1956, os irmãos Edmundo e Egon Doubrawa se uniram ao cunhado Amandus Colin para abrir uma pequena tornearia e oficina de consertos em Jaraguá do Sul. O nome nasceu da junção das primeiras sílabas dos sobrenomes, DOubrawa e COLin: Docol.
De artigos dentários a torneiras
No início, a empresa fabricava artigos dentários, como muflas e articuladores. A virada veio em 1958, com a mudança para Joinville e a produção de válvulas de sucção, item difícil de importar no pós-guerra. O sucesso abriu caminho para torneiras e registros de gaveta, que viraram o carro-chefe da marca.
Amandus deixou a sociedade nos anos 1960. Egon cuidou da área comercial e Edmundo presidiu a empresa até 1988, quando passou o comando ao filho Ingo, engenheiro químico com experiência na Alemanha.
Parceria alemã e salto internacional
Em 1976, a Docol firmou parceria com a alemã Georg Rost & Söhne para desenvolver uma válvula de descarga com acionamento hidromecânico e dez anos de garantia, algo inédito no setor. Uma década depois, a fábrica foi para o distrito industrial de Pirabeiraba, onde opera até hoje.
Sob Ingo Doubrawa, que liderou até 2016, a Docol passou a exportar para EUA e Canadá a partir de 2002. Hoje vende para mais de 35 países e é a maior exportadora de metais sanitários da América Latina, sob o comando da terceira geração da família e entre as empresas bilionárias catarinenses.


